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sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

A imigração italiana no Brasil as causas, origens e contribuições


A Imigração Italiana no Brasil as Causas, Origens e Contribuições


No estudo da imigração italiana no Brasil, as primeiras questões que naturalmente se impõem dizem respeito às razões que levaram o Estado brasileiro a receber um contingente tão expressivo de imigrantes italianos, às contribuições sociais, econômicas e culturais desse grupo e às regiões de origem desses homens e mulheres que atravessaram o Atlântico rumo a um país distante e desconhecido.

Desde os primórdios da colonização portuguesa, a escassez de mão de obra constituiu um dos principais entraves ao aproveitamento econômico do território brasileiro. Na mentalidade vigente entre os séculos XVI e XIX, o trabalho manual e extenuante não era atribuído às elites nem às camadas abastadas da sociedade. O labor braçal era considerado indigno dos “bem-nascidos” e, por isso, relegado às camadas mais pobres ou, sobretudo, aos escravizados, que se tornaram a base do sistema produtivo colonial.

O Brasil colonial possuía vastíssimas reservas naturais altamente valorizadas no mercado europeu, como o pau-brasil, além de importantes jazidas minerais, notadamente ouro e diamantes, exploradas intensamente a partir do século XVIII. Para garantir a extração dessas riquezas e a expansão da economia agroexportadora, a Coroa portuguesa recorreu de forma sistemática ao tráfico transatlântico de africanos escravizados, prática que marcou profundamente a formação econômica e social do país.

Durante mais de três séculos, foi o trabalho forçado dos escravizados que sustentou a exploração das florestas, a mineração, as plantações de cana-de-açúcar e, posteriormente, a pecuária no sul do território. A partir da década de 1840, contudo, o café passou a ocupar posição central na economia brasileira, superando o açúcar como principal produto de exportação. Grandes fazendas cafeeiras se consolidaram especialmente nas províncias de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, controladas por poderosas famílias de origem luso-brasileira, os chamados barões do café.

O cultivo e a colheita do café continuaram dependentes da mão de obra escravizada, cuja importação aumentou de forma significativa até meados do século XIX. Entretanto, o cenário internacional passava por profundas transformações. A Inglaterra, então principal potência econômica e naval do mundo, já havia iniciado seu processo de industrialização e passou a combater ativamente o tráfico negreiro, impondo sanções aos países que mantinham o regime escravista. Navios negreiros eram interceptados em alto-mar, o que encareceu drasticamente o preço dos escravos e colocou em crise o sistema de trabalho vigente no Brasil.

Internamente, intensificaram-se os debates políticos em torno da escravidão. Uma série de leis graduais — como a Lei Eusébio de Queirós (1850), a Lei do Ventre Livre (1871) e a Lei dos Sexagenários (1885) — enfraqueceu progressivamente o regime escravista, culminando na Lei Áurea, promulgada em 13 de maio de 1888, que aboliu definitivamente a escravidão no país após mais de trezentos anos.

A abolição representou um choque profundo para uma economia totalmente dependente da mão de obra escrava. Os libertos, em sua maioria, recusavam-se a continuar trabalhando nas mesmas condições para seus antigos senhores. Antecipando essa crise, os grandes proprietários rurais e o próprio Estado imperial passaram a buscar alternativas no exterior para suprir a demanda por trabalhadores agrícolas.

A política imigratória brasileira foi fortemente marcada por critérios raciais, culturais e religiosos. O governo priorizou a entrada de imigrantes europeus, considerados “civilizados”, brancos e cristãos, vistos como mais “aptos” ao trabalho disciplinado e também como instrumentos de ocupação territorial e de “branqueamento” da população — ideologia amplamente difundida entre as elites do período.

Inicialmente, a imigração alemã foi incentivada, sobretudo no Sul do Brasil. Contudo, essa experiência gerou resistências por parte das elites agrárias, que consideravam os alemães pouco submissos, excessivamente apegados à sua língua e às suas tradições, formando comunidades fechadas. Diante disso, o foco deslocou-se para a Itália recém-unificada, país que atravessava profundas crises econômicas, sociais e demográficas. A pobreza rural, a fragmentação da propriedade, o desemprego e a fome empurraram milhões de italianos à emigração.

Os italianos — especialmente os provenientes do Vêneto, Lombardia, Piemonte e Trentino — eram vistos como trabalhadores ideais: camponeses habituados ao trabalho duro, católicos e considerados obedientes. Além disso, sua presença atenderia aos interesses estratégicos do Estado brasileiro na ocupação das regiões meridionais e no reforço da população branca.

A partir de 1875, o governo brasileiro passou a oferecer incentivos diretos à imigração, incluindo passagem gratuita, transporte interno, concessão de lotes de terra e apoio inicial à instalação. Para os camponeses italianos, acostumados à condição de meeiros ou jornaleiros, a promessa de se tornarem proprietários representava a realização de um sonho secular. Muitos assinaram contratos sem pleno conhecimento de suas cláusulas, comprometendo-se a ir para onde o governo determinasse — seja para as colônias agrícolas do Sul, seja para as grandes fazendas de café do Sudeste.

Nas colônias do Rio Grande do Sul, posteriormente em Santa Catarina e Paraná, os imigrantes encontraram extensas áreas de mata virgem, sem infraestrutura, estradas ou serviços básicos. A fauna e a flora eram desconhecidas e, muitas vezes, assustadoras. Apesar das adversidades, o clima mais próximo ao europeu e o isolamento favoreceram a preservação da língua, da religiosidade e dos costumes regionais, permitindo a recriação de comunidades profundamente marcadas pela cultura italiana.

Os lotes, geralmente entre 25 e 60 hectares, eram concedidos às famílias mediante pagamento parcelado. Os colonos recebiam ferramentas, sementes e subsídios iniciais, que deveriam ser reembolsados posteriormente. Cabia a eles desmatar, construir moradias, abrir caminhos e garantir a sobrevivência da família em condições extremamente precárias. A ausência de escolas, igrejas e assistência médica tornava a vida ainda mais difícil. Ainda assim, muitos conseguiram prosperar, dando origem a cidades prósperas e economicamente dinâmicas.

Situação distinta enfrentaram os italianos destinados às fazendas de café. Submetidos a contratos rígidos, ao sistema de endividamento e ao controle absoluto dos proprietários, viviam frequentemente em condições análogas à servidão. Violências físicas, morais e até sexuais eram recorrentes. A mobilidade era limitada, e a assistência social praticamente inexistente. A fuga das fazendas tornou-se uma forma comum de resistência, levando muitos imigrantes a migrar para centros urbanos ou mesmo a retornar à Itália.

Entre 1887 e 1902, a imigração italiana atingiu seu auge: cerca de um milhão de italianos ingressaram no Brasil, representando aproximadamente 60% de todos os imigrantes estrangeiros do período. O Brasil ocupava então o terceiro lugar entre os destinos da emigração italiana, atrás apenas dos Estados Unidos e da Argentina.

Em 1902, o governo italiano proibiu a emigração subsidiada para o Brasil, após denúncias sobre as condições degradantes enfrentadas pelos trabalhadores nas fazendas cafeeiras, comparados a “escravos brancos”. A crise de superprodução do café e a queda dos preços internacionais agravaram ainda mais esse cenário. Nas décadas seguintes, os fluxos migratórios diminuíram, retomando-se de forma moderada apenas após 1946, com um perfil mais qualificado de imigrantes.

Até 1915, predominou a imigração rural, familiar e majoritariamente analfabeta. A partir dos anos 1920 e, sobretudo, no pós-Segunda Guerra Mundial, cresceram os contingentes de artesãos, operários especializados e técnicos, acompanhando o processo de industrialização brasileira.

As origens regionais também variaram ao longo do tempo: inicialmente prevaleceram os imigrantes do Norte da Itália; a partir do final do século XIX, aumentou significativamente a participação de italianos do Sul, especialmente da Campânia, Calábria e Abruzzo.

Cada uma dessas comunidades recriou no Brasil um fragmento da Itália, preservando dialetos, tradições religiosas, festas, hábitos alimentares e formas de sociabilidade. Apesar das dificuldades, humilhações e conflitos, é inegável que os imigrantes italianos desempenharam papel fundamental na modernização da economia, na formação do campesinato livre, na urbanização e na construção da identidade cultural brasileira.

Nota do Autor

O presente texto constitui uma abordagem histórica de caráter interpretativo, fundamentada em bibliografia especializada, registros documentais e estudos consolidados sobre o processo de imigração italiana no Brasil. Sem pretensão de esgotar a complexidade do tema, o trabalho busca oferecer uma síntese contextualizada, articulando causas, origens regionais e principais contribuições dos imigrantes italianos à formação social, econômica e cultural brasileira. Trata-se, portanto, de um texto de divulgação histórica qualificada, voltado à preservação da memória, à reflexão crítica e à valorização do legado deixado por esse importante fluxo migratório.

Dr. Luiz Carlos B. Piazzetta



domingo, 18 de junho de 2023

Legados de Honra: Os Sobrenomes que Marcaram os Imigrantes Italianos nas Colônias do Rio Grande do Sul




Sobrenomes de Imigrantes Italianos Pioneiros nas  Colônias Dona Isabel e Conde d’Eu 

 Esta lista pode não estar completa faltando algum sobrenome



Accorsi, Adami, Adamoli, Agazzi, Agliatti, Agnoletto, Agostini, Alberici, Alberti, Alberti, Allegretti, Ambrosi, Anadro, Andreola, Andriollo, Arbusti, Arioli, Ariotti, Arisi, Arigoni, Arsego, Asolini, Astolfi, Attuatti, Azzulari, Bacin, Bagattini,Baiocco, Balbinot, Baldasso, Baldi, Baldin, Ballarini, Ballestrelli, Ballin, Balzan, Bandino, Barater, Baratto, Barbieri, Barni, Baron, Barrichello, Bartolozzi, Baruffi,Baseggio, Basei, Basiggio, Bassani, Bassi, Basso, Battistuzzi, Bau, Bavaresco, Beal, Beduschi, Belatto, Bellaboni, Bellaver, Bellini, Bellotti, Belluzzo, Benedusi, Benvenutti, Bergamaschi, Bernard, Bernardi, Bernardon, Bersaghi, Berselli, Bertani, Berti, Berticelli, Bertoldi, Bertolini, Bertoncello, Bertuol, Bettinelli, Betto, Bez, Biacchi, Bianchetti, Bianchi, Biasibetti, Biasion, Biazus, Bissolotti, Bocca, Bocchi, Bonacina, Bonassi, Bonato, Bonatti, Bonazzi, Bonet, Bonetti, Bonfanti, Bonini, Boninsegna, Borcioni, Bordignon, Bordini, Bortolaz, Bortolini, Bortolozzi, Bos, Bottesini, Bovo, Bozzetto, Brancher, Branchi, Breda, Brignoni, Brochi, Brugalli, Bruschi, Bussinello, Cadore, Cagliari, Calcagnoto, Caldart, Callevi, Camello, Camera, Camillo, Campagnoni, Campio, Campiol, Cannini, Canova, Capelletto, Capellini, Cappellari, Cappi, Carli, Carlotto, Carnacini, Carniel, Carraro, Casagrande, Casellani, Cassol, Castaldo, Castelli, Cattani, Cattuzzo, Cauduro, Cavagnoli, Cavalet, Cavallari, Cè, Cecconello, Cecconi, Ceratti, Ceresa, Ceresoli, Cerini, Cesca, Checchi, Chiapperin, Chiarellotto, Chies, Chiesa, Chiossi, Chittò, Cignacchi, Cipriandi, Cobalchini, Colazioli, Colbacchini, Collonna, Colnaghi, Colombelli, Colussi, Comarella, Comin, Cominetti, Compagnoni, Comunello, Concatto, Conci, Concli, Conti, Conz, Conzatti, Corbellini, Cortesi, Coser, Costa, Crestani, Cristofori, Cunco, Cusin, Cutti, D’agostini, D’Ambrosi, D’Arrigo, Da Cas, Da Riva, Da Roit, Dadalt, Dal Dosso, Dal Pissol, Dal Piva, Dal Ponte, Dal Zocchio, Dalcorso, Dall’Acqua, Dalla Valle, Dallago, Dallavecchia, Dalle Laste, Dalle Laste, Dalmagro, Dalmolin, Dalri, Damin, Darè, Dartora, Datta, Davoglio, De Boni, De Conto, De Gaspari, De Grossi, De Lucca, De Marchi, De Mari, De Paris, De Rossi, De Venz, De Venzo, De Zan, Debastiani, Debona, Decarli, Decesero, Decesero, Degaspari, Degeroni,Deitos, Del Pizzol, Del Sassi, Delani, Della Libera, Dellai, Demarchi, Denardi, Denardi, Denicolò, Destri, Di Pomo, Dissegna, Ditòs, Do Campo, Dolfini, Dolmina, Domenegatto, Donada, Donadel, Donatti, Donatti, Dondoni, Dondoni, Dorigatti, Enos, Fabbian, Fabbrin, Fabbrizio, Faccio, Facciocchi, Faes, Faggion, Fantin, Fardo, Farina, Fascicolo, Fasolo, Favero, Fazzioni, Fedirizzi, Felice, Ferla, Ferrareto, Ferrari, Ferrarini, Ferretti, Ficcagni, Fin, Fiorentin, Fiornentin, Fiorot, Fistarol, Fittarelli, Floriani, Folgatti, Folle, Fonini, Fontana, Fontanella, Forestieri, Franceschet, Franceschini, Francio, Franciosi, Franzoloso, Frare, Frasnelli, Frittoli, Frizzo, Fronza, Frosi, Fucina, Fumegalli, Gabardo, Galli, Gallina, Gallon, Gambin, Garbuio, Gasparin, Gatti, Gazzola, Genacini, General, General, Gerelli, Germani, Gheller, Ghilardi, Ghisi, Giacomel, Giacometti, Giacometto, Gianello, Gianlupi, Gilberti, Giongo, Giordani, Girardi, Giroletti, Giron, Girotto, Gobbi, Goldoni, Goldoni, Grando, Grapiglia, Grasselli, Graziani, Graziola, Gregoletto, Grespan, Grolli, Guarani, Guarnieri, Ioppi, Iora, Ioriatti, Isatton, Jaconi, Lamonato, Lanfranchi, Lanfredi, Lanzini, Larentis, Lazaron, Lazzari, Lazzarini, Lazzarotto, Locatelli, Loncin, Longhi, Longo, Lorenzi, Lorenzon, Lot, Lotti, Lottici, Lucini, Lurni, Luzzana, Maccali, Maccari, Maddalozzo, Maestri, Magagnin, Maggioni, Mainardo, Malabarba, Malacarne, Malvezzi, Mandelli, Manfroi, Manica, Mantovani, Manzoni, Marca, Marchetto, Marchiori, Mariani, Marin, Marini, Mariuzza, Martinbianco, Martinelli, Martini, Martini, Masetto, Masiero, Massarola, Mattevi, Mattia, Mazzolen, Mazzoleni, Mazzolini, Mazzotti, Meggiolaro, Membri, Meneghetti, Menegotto, Menin, Merigo, Merina, Merlo, Mersani, Michelli, Michelon, Migotto, Milan, Milanesi, Mincio, Mion, Miorelli, Misturini, Mocelin, Molin, Mombelli, Monetta, Montanari, Montemaggiore, Montepò, Moragini, Morandi, Morè, Morelatto, Moresco, Moretto, Moro, Moroni, Morosini, Moroso, Moschetta, Mosena, Nicoletti, Nicolini, Noal, Notari, Oldoni,Oliva, Olivier, Ongarato, Oselame, Padoan, Padovan, Padovani, Paese, Paganelli, Pagani, Paggi, Pagliarini, Pagnoncelli, Pagot, Pallaoro, Paloschi, Palozzi, Pasa, Pasini, Pasqualotto, Pastorio, Patuzzi, Pavesi, Pazinato, Pedersetti, Pedersini, Pedot, Pedrini, Pedrollo, Pelicioli, Perico, Periolo, Perotto, Persici, Pertile, Petralli, Petrolli, Pezzenti, Piacentini, Piaia, Piana, Pianta, Piazetta, Piazza, Piccetti, Piccin, Piccoli, Pierdonà, Pietà, Pietrobon, Pigato, Pilati, Pina, Pintarelli, Pinzetta, Piovesan, Pizzamiglio, Pizzato, Pizzetti, Pizzi, Poggi, Polacchini, Polita, Poloni, Pomo, Ponzoni, Posoco, Possagnolo, Possebon, Prandini, Preamor, Presenti, Pretto, Provenzi, Putrich, Quagliotto, Rabaioli, Radavelli, Raffaeli, Raimondi, Rama, Rampanelli, Rampazzo, Ravaglio, Reduschi, Refatti, Regalle, Reginato, Regla, Remonti, Resemini, Riboldi, Rigon, Rinaldi, Riva, Rizzardi, Rizzo, Rocco, Roman, Rossato, Rosset, Rossetti, Rossi, Rossini, Rossoni, Rostirolla, Rotta, Roveda, Roversi, Rubbo, Sabbadini, Sabini, Sacchet, Salami, Salton, Salvador, Salvadoretti, Salvadori, Salvi, Sandri, Sanpine, Santin, Santini, Santolin, Saretto, Saroglia, Saroglio, Sartor, Sartori, Savi, Sbaraini, Sbruzzi, Scappini, Scarpini, Schiavini, Schizzi, Sciessere, Scolaro, Scomason, Scotta, Scudella, Sebben, Secchi, Segabinazzi, Sentenari, Serafini, Servat, Severgnini, Severgnini, Sfoggia, Signore, Silvestri, Simon, Simonetti, Soldi, Somacal, Somensi, Sonaglio, Soncini, Sonza, Soresina, Sorzi, Spada, Spader, Spagnoli, Spaldini, Sperotto, Spiazzi, Splendore, Stanga, Stefanon, Sterzi, Storti, Strapazzon, Stringhi, Stringo, Tabalti, Tagliaro, Tartaro, Tarter, Tarzo, Tasca, Tecchio, Tempesta, Tenasio, Teo, Tesoro, Tessaro, Tesser, Tochetin, Todero, Todeschini, Todesco, Toffoli, Toldo,Tomasi, Tomasini, Tombini, Tomè, Tommasel, Tommasini, Tondo, Tonetto, Toniazzi, Tonidandel, Toniolo, Tonni, Tortora, Tosi, Tosin, Trabucco, Tramarin, Tramontina, Traversin, Travi, Tremmea, Tresoldi, Trevisan, Trevisol, Trintinaglia, Troian, Trois, Trombetta, Trombini, Trucolo, Turcato, Turiani, Vailati, Valcarenghi, Valduga, Valerio, Valesani, Valiatti, Valmorbida, Vanni, Vanti, Varnier, Vazzoler, Ventura, Venturella, Venturi, Venturini, Versetti, Vettoretti, Vian, Vicini, Vigo, Vigolo, Villani, Zabot, Zaccagnini, Zago, Zagonel, Zambon, Zanatta, Zanchet, Zanchettin, Zandonà, Zandonai, Zanetti, Zangrande, Zanin, Zanolla, Zanon, Zanoni, Zanotelli, Zanotto, Zanuso, Zeni, Ziani, Zibetti, Zilli, Zoppas, Zorer, Zottis, Zuccatto, Zucchelli, Zucchetti, Zucchi, Zulian

quinta-feira, 15 de junho de 2023

Itália Baiana: A Presença de Algumas Famílias Italianas

 



Município de Ilhéus


Adami 

Albagli 

Asciutti 

Bathomarco 

Bergamini 

Betti 

Bettin 

Bonice 

Borsari 

Bove 

Bracchi 

Bridi 

Brotto 

Brugnara 

Buscariolli 

Carilo 

Cartibandi 

Chinelli 

D’ Lippi 

Dattoli 

Delboni 

Farani 

Favila 

Fazzi 

Ferrari 

Finotti 

Gavazza 

Geralle 

Gila 

Grazziotti 

Levita 

Orric 

Ottoni 

Paternostro 

Pauletti 

Peluzio 

Stolze 

Taraschi 

Tragni 

Trocoli 

Venezio 

Viroli 

Vitorino 

Vitta 

Zacchio



Município de Itabuna


Benassi  

Bizzi  

Briglia  

Brugni  

Bugarelli  

Canelli  

Carletto  

Creazola  

Davini  

Delazari  

Gagliano  

Gallo  

Gasparetto  

Gavazza  

Guarnieri  

Magnavita  

Martinelli  

Massimo  

Moliterni  

Mutti  

Napoli  

Orrico  

Paternostro  

Pedrazzoli  

Pedrotti  

Chetto  

Perazzo  

Pelegrini  

Pittro  

Plaza  

Poletti  

Ravazzano  

Romani  

Scaldaferri  

Stolze  

Tozzo  

Vello  

Vita



Município de Belmonte


Burlacchini  

Guerrieri  

Magnavita  

Multari  

Rocchigiani  

Paternostro.


Município de Ubaitaba


Baratella  

Brugni


Município de Una


Dall’ Orto  

Milaneze 

Rusciolelli  

Magnavita  

Saraloli  

Tedesco.


Município de Camacã


Stolze  

Tedesco


Município de Itacaré


Angioletti  

Longo.


Município de Eunápolis


Boseti  

Bozi  

Carli  

Contelli  

Creazola  

Denti  

Fadini  

Fiorio  

Garozi  

Giuberti  

Guazziotti  

Guaitolini  

Guerrieri  

Giusti  

Orletti  

Peruzzo  

Ramaciotti  

Saraloli  

Signoreli  

Smassaro


Município de Camamu


Marti


Município de Maraú


D’ Onofri


Município de Teixeira de Freitas


Batistti  

Belitardo  

Bertelli  

Bobbio  

Cavarsani 

Cazelli  

Dall’ Orto  

Donatti  

Ferrari  

Favero  

Ferregnetti  

Gagno  

Garuzzo  

Lenzi  

Magnango  

Malacarne  

Soprani


Município de Itamarajú


Burini  

Dalmaschio  

Favorato  

Ferrari  

Galavotti  

Garozi  

Giostri  

Marchesini  

Orletti  

Otoni  

Angeli  

Bissoli  

Perini  

Pozzati  

Rizzo  

Rossoni  

Rusciolelli  

Sagnetto 

Tedoldi



Município de Medeiros Neto


Ferreti


Município de Mucuri


Gazzinelli  

Ettori  

Griffo


Município de Prado


Arpini  

Baseiri  

Bibli  

Bonomo  

Carletto  

Dall’ Orto



Município de Poções


Acierno 

Arleo 

Blois Capo 

Carlomagno 

Caselli 

Chiapetta 

Conte 

D’Andrea 

D’Antonio 

D’Emilio 

De Benedictis 

Domarco 

Ferraro 

Grisi 

Ianelli 

Labanca 

Lamboglia 

Larocca 

Libonati 

Liguori 

Lilli 

Logetto 

Mensitieri 

Miraglia 

Napoli 

Orrico 

Palladino 

Perrone 

Pesce 

Riccio 

Rotondano 

Sangiovanni 

Santis 

Sarno 

Savastano 

Scaldaferri 

Schettini 

Sola 

Sordi 

Tommasi 

Vita 



Município de Jequié


D’Andrea 

Arleo 

Bartilotti 

Biondi

Caricchio 

Cedroni 

Celli 

Colavolpe 

Comte

Dattoli

Errico

Ferraro

Gaudenzi 

Giudice 

Grillo 

Grisi 

Guena

Innocencio

Laino 

Lacrose 

Lamberti 

Larocca 

Leone 

Leto 

Liguori 

Limongi 

Lomanto

Maimone 

Marotta 

Mensitieri 

Michelli 

Michele 

Mortani

Niella

Orrico

Papaleo 

Penza 

Panza 

Pepe 

Pesce 

Pignataro

Rotondano 

Rusciolelli

Sarno 

Savastano 

Scaldaferri 

Schettini 

Spinelli

Tommasi 

Tripodi



Município de Salvador



Albertazzi 

Albiani 

Alfano 

Allioni 

Badolato 

Baggi 

Ballalai 

Bandochi 

Bentini

Borelli 

Brandi 

Buffoni 

Bulaire 

Camardelli 

Campello 

Datto 

Della Cella 

Domenech 

Dotto 

Fachinet 

Fermi 

Ferraro 

Fittipaldi 

Furiati 

Gagliano 

Gallo 

Gatti 

Gavazza 

Giorgio 

Guerrieri 

Laureana 

Leone 

Lucca 

Maimone 

Manfredi 

Marciano 

Martelli 

Martinelli 

Mercuri 

Mundi 

Olivier 

Pagliese 

Palagno 

Palarin 

Pampello 

Pavese 

Pepe 

Perella 

Perrone 

Podestá 

Prandoni 

Prealle 

Rundano 

Salomoni 

Scaldino 

Tito 

Vita