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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Sobrenomes Italianos em Valentim Gentil SP


Sobrenomes Italianos em 

Valentim Gentil SP


A

Abelani

Albertoni

Andreto

B

Bacarol

Baldissera

Balestrin

Baptista

Barbieri

Barbim

Baretto

Barettone

Bassetto

Belini

Beneduzzi

Bissi

Boarollo

Bolonhese

Bonadio

Bonan

Bonil

Borlinam

Boronezi

Bortoluz

Bosquette

Bovo

Brancalhone

Brevighieli

Brighenti

Brumato

Brunelli

Bruzadim

Bunan

C

Caguela

Caligiuri

Campanhola

Caparrozi

Casale

Casqueti

Cavalim

Cavassan

Cesare

Cessolo

Charpeletti

Chiareli

Chiqueto

Ciconi

Cleriani

Colevati

Combinato

Crespi

Curti

D

Dal Bem

Demiani

Del Armelindo

Del Coli

Del Nori

Delanio

Delcole

Destefani

Domene

Donato

Donda

Doti

F

Fabricio

Facinconi

Falchi

Fanelli

Fantin

Fávero

Feldrin

Ferraresi

Ferrari

Finotti

Flavio

G

Gabi

Galerani

Ganzella

Garetti

Garutti

Gasparetto

Gaspari

Gasques

Gavioli

Geanini

Gilioti

Glerian

Grande

Guarizo

L

Lenarduzzi

Leonardo

Leonato

Loncarcci

Lorenzo

Lucca

M

Magre

Magrini

Mainarti

Manxini

Marangone

Marangoni

Maranini

Marchi

Marcusso

Mariane

Mariani

Mariano

Marin

Mazinote

Mataragia

Mataragio

Mazete

Megiani

Milan

Moreti

Munhato

N

Negri

Neodi

Noveli

Novelli

O

Orlandelli

Orlando

P

Pampana

Pampolin

Pantano

Papali

Passarin

Paulani

Paulique

Paviani

Pedro

Pelarin

Penachioni

Petineli

Pierini

Pianta

Pietrobom

Pinati

Pirola

Polastro

Polizeli

Previ

Prieto

Puga

Pupim

Q

Quiaroti

R

Rabelo

Reco

Rego

Risseto

Romano

Roncolato

Rossetti

Roveri

Rovina

Rubiati

S

Safioti

Savoine

Scarin

Strada

T

Toloi

Tondato

Tozatti

Trolese

V

Vanetti

Venancio

Venturini

Verdi

Vicentin

Vilches

Z

Zanelato

Zanfolin 

 


 

sábado, 7 de fevereiro de 2026

Sobrenomes Italianos em Floreal SP

 



Sobrenomes Italianos em Floreal SP


A

Amate

Andreata

B

Baratto

Bassetto

Battello

Belati

Benini

Bergamasco

Bertuolo

Boreli

Bottino

Buracchi

C

Camim

Campagnusi

Carmello

Cegatti (Segatti)

Chicone

Coleta

Colombo

Conti

D

Dezan

Dezani

Docusse

F

Fanelli

Feraresi

Ferarezi

Finote

Florencio

Fogassa

G

Gastardelli

Garbin

Gazolli

Gerolin

Giacometti

Gianini

Grandi

J

Jacomine (Giacomini)

Jacomini

L

Landini

Leso

Lesse

Lecce

Liberato

Luchesi

Lungati

Lungatto

M

Madaloso

Marini

Marsochi

Mastelari

Mello

Melegari

Molina

Moriale

N

Novello

Nucci

P

Pasqualoto

Pepes

Perezi

Perioto

Perucini

Pietrobom (Pietrobon)

Pirotta

Prates

Prossi

Q

Quiari

R

Rebelato (Rebelatto)

Renzo

Rigonato (Regionatto)

Rossi

S

Sebroggio

Scalon

Scaferala

Scatamburlo

Segathi

Signhorini (Signorini)

T

Tasso

Tessari

Tinarelli

Tonelli

V

Venditi

Vendramel

Vernacci

Vicentin

Viviani

Z

Zanovello

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Sobrenomes Italianos em Vila Simonsen - Votuporanga SP

 


Sobrenomes Italianos em Vila Simonsen 

Votuporanga SP


B

Baraciolli

C

Cavalari

F

Fiorentino

L

Langoni

M

Magossi

N

Nossa

P

Perinelli

S

Selosso


Nota do Autor

Esta lista reúne sobrenomes de origem italiana presentes em Vila Simonsen, distrito de Votuporanga (SP), com o objetivo de preservar a memória das famílias que ajudaram a formar a identidade local.

Mais do que uma lista de nomes, este post é um tributo aos imigrantes e descendentes que, com esforço e esperança, construíram sua história no interior paulista.

Dr. Luiz C. B. Piazzetta



terça-feira, 10 de junho de 2025

Raízes de Esperança: A Saga de Enrico Bianchelli


 

Raízes de Esperança: 

A Saga de Enrico Bianchelli


Busalla, Itália, 1886

Enrico Bianchelli sentou-se na beira da cama, segurando seu chapéu gasto entre as mãos calejadas. A decisão estava tomada: partiria para o Brasil, como tantos outros, em busca de um futuro melhor. As cartas de um conhecido, que emigrara anos antes, falavam de terras férteis e oportunidades. "Volto em poucos anos", dizia ele à mãe, tentando confortá-la, mas no fundo sabia que talvez nunca mais visse sua terra natal.

Sua mãe, Antonella, escondia as lágrimas enquanto colocava um pequeno rosário em sua bagagem. "Reze, Enrico, e Deus te protegerá. Onde quer que esteja, estaremos juntos em oração."

No porto de Gênova, Enrico embarcou no Vittoria, um navio abarrotado de esperanças e incertezas. Entre os passageiros, conheceu a família Zamboni, que também partia em busca de uma nova vida.

Ilha das Flores, Brasil, 1886

A travessia foi árdua. O calor, a fome e o medo de doenças pairavam sobre todos. Quando o navio atracou no Rio de Janeiro, os passageiros foram obrigados a tomar a vacina contra a varíola. Mas Enrico teve uma reação severa e foi levado à quarentena na Ilha das Flores. Enquanto os Zamboni seguiam viagem, ele ficou sozinho, esperando dias intermináveis pela recuperação.

A solidão era cruel. Enrico via navios partindo e se perguntava se seu sonho acabaria ali. Mas ele se agarrou à esperança. Finalmente liberado, chegou a São Paulo sem saber ler, escrever ou falar português. Sentia-se perdido, mas sua determinação era maior.

Na estação de imigração, Enrico foi notado por Bartolomeu Franco, um fazendeiro de Araraquara, que buscava trabalhadores italianos. Mas como as famílias já haviam sido destinadas para outras fazendas, aceitou levar Enrico sozinho.

A viagem de trem foi longa e cansativa. Quando chegaram ao ponto final da linha férrea, Enrico descobriu que o restante do caminho seria feito a pé, pela mata densa. A fazenda Monte Alegre era isolada e desafiadora. Enrico foi um dos primeiros italianos a trabalhar ali, enfrentando dias duros e trabalho extenuante.

Com a abolição da escravatura em 1888, a fazenda começou a receber mais imigrantes italianos. Entre eles estava a família Bellucci, vinda de Treviso. Enrico logo se encantou por Lucia Bellucci, uma moça de olhar vivo e sorriso terno. O pai dela relutou, mas enfim aceitou o casamento, realizado na pequena capela da fazenda.

Lucia trouxe esperança para Enrico. Juntos, cultivavam café para o patrão, que permitia criassem um ou dois porcos e algumas galinhas para uso próprio e assim economizavam cada centavo que conseguiam com alguma venda ou trabalho extra. Com esforço e depois de mais de 4 anos de muito suor, conseguiram comprar uma pequena área de dois hectares nos arredores de Araraquara. Deixaram a fazenda e começaram vida nova na cidade que também iniciava.

Entre 1890 e 1905, Enrico e Lucia tiveram oito filhos. A comunidade italiana também crescia em Araraquara, e Enrico, agora alfabetizado com a ajuda da esposa, tornou-se um líder entre os imigrantes, ajudando os recém-chegados e mediando conflitos. Chegou a ser vereador, sendo reeleito várias vezes.

Apesar da saudade da Itália, voltar tornou-se um sonho distante. Enrico mantinha contato com a família na terra natal por cartas, nas quais narrava suas lutas e conquistas. "Aqui, a vida não é fácil, mas a terra recompensa quem trabalha. Estamos construindo um futuro para nossos filhos."

Em 1938, aos 72 anos, Enrico faleceu, cercado por sua grande família. No funeral, todos lembraram sua coragem e perseverança. O que antes era mata fechada agora abrigava plantações, casas e uma comunidade vibrante.

Anos mais tarde, no coração da pequena cidade, um marco foi erguido em sua homenagem:

"Àquele que transformou sonhos em raízes profundas. O legado de Enrico Bianchelli vive em cada colheita e em cada geração."

A história de Enrico tornou-se símbolo da força e da resiliência dos imigrantes italianos no Brasil, que, apesar das adversidades, ergueram suas vidas e deixaram um legado eterno.


Nota Histórica do Autor

sobre “Raízes de Esperança: A Saga de Enrico Bianchelli”


Esta narrativa de Piazzetta nasceu do desejo de resgatar a dignidade silenciosa daqueles que cruzaram mares e abandonaram suas certezas em nome de um amanhã incerto. “Raízes de Esperança” é, antes de tudo, uma homenagem à coragem obstinada dos imigrantes italianos que, no final do século XIX, deixaram as colinas pedregosas da Itália para construir uma nova vida no Brasil — não com ouro, mas com calos, lágrimas e fé.

Enrico Bianchelli, o protagonista desta história, é a síntese de muitos. Inspirado por testemunhos familiares, diários de época, cartas e documentos coloniais, ele representa o camponês comum: homem simples, marcado pela labuta e pelo sonho de dar aos filhos aquilo que o destino lhe negara. Seu caminho, da Ligúria ao interior do Rio Grande do Sul, reflete a travessia de milhares de anônimos que trocaram a fome pela esperança e a saudade pelo trabalho incansável entre matas fechadas e horizontes por desbravar.

Este romance não pretende apenas contar uma história. Ele busca, sobretudo, eternizar um sentimento. Cada parágrafo foi escrito com o coração atento aos sussurros dos antepassados, aos ventos que atravessaram os porões dos vapores e às preces murmuradas entre pés de milho e uva. “Raízes de Esperança” é um monumento de palavras dedicado à memória de todos que ousaram semear o futuro em terras estrangeiras.

Que esta saga desperte no leitor o respeito pela trajetória de nossos avós e o orgulho de carregar, no sangue, a bravura de quem plantou raízes em solo novo, sem jamais esquecer de onde brotou.

— O Autor

domingo, 6 de abril de 2025

Passado Vivo: A Épica Imigração Italiana Moldando o Paraná Atual

 



Passado Vivo: A Épica Imigração Italiana Moldando o Paraná Atual

A imigração italiana no Paraná, Brasil, teve um papel fundamental no desenvolvimento econômico e social do estado. A imigração italiana começou a ganhar força a partir da segunda metade do século XIX, quando o governo brasileiro promoveu uma política de incentivo à imigração de europeus para povoar e colonizar as regiões brasileiras em substituição aos escravos trazidos da África que estavam para a liberdade.
Os primeiros imigrantes italianos chegaram ao Paraná em 1870 e se instalaram em áreas rurais litorâneas do estado, principalmente nas terras próximas a cidade de Paranaguá, onde as condições de clima e solo não eram as mais favoráveis à agricultura. A maior parte dos imigrantes italianos vinha das regiões da Lombardia, Veneto, Piemonte e Trentino-Alto Adige.
A chegada dos imigrantes italianos no Paraná trouxe consigo uma cultura rica e diversificada, que influenciou profundamente a cultura local. Os italianos trouxeram sua culinária, música,  costumes, danças e tradições religiosas, que se mesclaram com as tradições locais e formaram uma cultura única e vibrante.
Os imigrantes italianos foram responsáveis por introduzir no Paraná uma série de cultivos que se tornariam fundamentais para a economia local, como a uva, a figueira, a oliveira, o trigo e o milho. Além disso, os italianos mais tarde também se dedicaram à criação de animais, como bovinos, suínos e aves, contribuindo para o abastecimento de carne e leite na região.
Com o passar do tempo, os imigrantes italianos assentados em colônias, formaram verdadeiros núcleos de progresso onde mantinham suas tradições e costumes. As colônias italianas mais importantes no Paraná foram Nova Itália, Colônia Dantas, Colônia Cecília.
A presença dos imigrantes italianos no Paraná também teve um impacto significativo no desenvolvimento urbano do estado. Muitos italianos se instalaram na cidade de Curitiba,  Ponta Grossa, Lapa, onde trabalharam como artesãos, comerciantes e profissionais liberais. A cidade de Curitiba, por exemplo, recebeu um grande número de imigrantes italianos, que deixaram sua marca na arquitetura, na gastronomia e na cultura local.
A imigração italiana no Paraná não foi isenta de problemas e dificuldades. Os imigrantes italianos enfrentaram condições precárias de vida e trabalho. No entanto, a perseverança e a determinação dos imigrantes italianos permitiram que eles superassem esses obstáculos e se tornassem parte integrante da sociedade paranaense.
Os imigrantes italianos também contribuíram para o desenvolvimento da educação no Paraná. Muitos italianos se tornaram professores e fundaram escolas em suas comunidades, contribuindo para a formação educacional de várias gerações de paranaenses.
A religião também desempenhou um papel importante na vida dos imigrantes italianos no Paraná. A maioria dos italianos era católica e trouxe consigo a devoção a santos e virgens que se tornaram populares entre os fiéis paranaenses. Além disso, os italianos também fundaram várias igrejas e instituições religiosas, como conventos e seminários, que ainda hoje fazem parte da paisagem cultural do estado.
A imigração italiana no Paraná também teve um impacto significativo na política local. Vários líderes políticos paranaenses de origem italiana se destacaram ao longo da história, como Ângelo Gaiarsa, João Leopoldo Jacomel e Affonso Camargo. Esses políticos contribuíram para a construção de uma sociedade mais justa e democrática no estado.
Ao longo dos anos, a presença dos imigrantes italianos no Paraná se tornou cada vez mais forte e influente. Atualmente, a cultura italiana é uma parte integrante da cultura paranaense, e a gastronomia italiana é uma das mais populares no estado.
Além disso, a imigração italiana também deixou um legado arquitetônico importante no Paraná. Muitos prédios públicos e particulares em diversas cidades do estado foram construídos por arquitetos italianos, que introduziram novos estilos e técnicas de construção.
Em resumo, a imigração italiana no Paraná teve um impacto profundo e duradouro na cultura, na economia e na sociedade do estado. Os imigrantes italianos trouxeram consigo uma cultura rica e diversificada, que se mesclou com as tradições locais e formou uma cultura única e vibrante. Além disso, os italianos contribuíram para o desenvolvimento da agricultura, da educação, da religião e da política no estado. Hoje, a presença dos descendentes de italianos no Paraná é uma parte importante da identidade cultural do estado.


terça-feira, 11 de junho de 2024

Alguns Sobrenomes Italianos em Barra Bonita e Região



Sobrenomes Italianos em 
Barra Bonita SP


Aiello, Antonangelo, Antonelli, 
Alponti, 
Abruzzi, Bellini, 
Barduzzi, Bellei, Balbo, 
Boldo, Bressanim, Bozzi (Rigon), 
Bergamo, Ballan, Blasizza, Bettini, 
Boarini, Bressan, Bocato, 
Borgui, Brunelli, Caetano, Cardia, 
Cagnotti, Constanzo, Cestari, 
Casagrande, Casale, Chiarato, Capelossa, Castelari, Dal Corso, De Marchi, 
De Conti, Dalla Costa, De Luca, Dias, Ereno, 
Frollini, Ferrari, Fagá, Ferrazolli, 
Fantin, Fantinatti, Fuim, Feltrin, Finatto, Giacomini, Guedin, Giroto, Grizzoni, 
Galhardi (Gagliardi), Gatti, Marcon, 
Mascaro, 
Massenero, 
Mori, Marinelli, 
Maffei, Mozarle, Nardo, Osti, Patuzzo, 
Pizzo, Pollini, Pozebon, Perassoli, Piva, Pezente, Pellini, Pavani, Parezan, Petri, Polatto, 
Ricci, Rossi, Rizzatto, Reginato, Ragoni, 
Ribeiro de Andrade, Santinello, Stangherlin, Selleguin, Sargentim, Scarpela, 
Scalissa, Scapin, 
Stringheta, Stramantinolli, Sponchiatto, 
Santilli, Sabbatini, Spaulonci, Salve, Sacco, Simionatto, Simoncini, Testa, Tozatto, Terrazan, 
Ursolino, Ungaro, Vechiatti, Veghini, 
Vetorazzo, Victorino de França, 
Zaffani, Zanella, 
Zerlin e Ziglio

Comerciantes: José Angelino, Angelo e Silvano Bataiola; Guerino; Luiz e Antonio Reginato; Luiz, Carlos, João, Antônio e Francisco Lourenção; Rocco Di Muzio; Emílio Bressan; Luigi Gaioli; Luiz Iaia; Salomão, Elias e Alfredo Simão;

Sapateiros: Tiziano Dalla Chiara, Aurélio Saffi e Gregório Vessio. 

Ferreiros: Júlio Turi, Ezio Benfatti, Luiz Simon e Alberto Strutzel. 
Arthur e Antenor Balsi serraria. 

Hoteleiros: Jacob Chalita, Victorio Cinquetti, Tomaz Mantovani, Emílio Quaglia e João Fantinatti. 

Ceramistas: Ezequiel Otero, Thomas Guzzo, Francisco e Frederico Corradi, Benedito Bressanim, Angelo Borsetto, Valentin Ferrazolli, João Martini. 

Açougueiros: Ferrucio e Sabino Bolla. 

Pescadores profissionais: Valentino e Eugenio Giacomini. 

Farmacêuticos: Vito Melle e Serafim Bertie 

Médico: Dr. Luciano Maggiori. 

Fabricantes de cervejas e refrigerantes: Germano Güther, Baptista Torcia e os irmãos Antônio, Luiz e Giovanni Carnevalle.
 
Barbeiros: Francisco Mascaro e Domingos Di Poldo. 

Construtores: Eugenio Nanni, José Negrin, Emílio Bertagnolli e Bernardo Pardo. 

Carpinteiros: Amadeu Angelici, Ângelo e Emílio Gottardo e os irmãos José, Antônio e Manoel Marques Ferreira. 

Relojoeiro: José Lodi. 

Comandante fluvial: Francisco de Oliveira Diniz. 

Carroceiro: João Gerin, Ângelo e Valentin Reginato, Ângelo e Giácomo Cestari, Adamo e Pietro Ziglio, Lorenzo e Severino Antonelli, Victório e Arthur Blasizza, Giuseppe Antonangelo, Olimpio Trema, Alfonso e Aristodemo Bellei, Francisco e Victorio Bergamo, Antônio Guerreiro, Antônio Moreno Ramirez e Miguel Molina 


sexta-feira, 3 de maio de 2024

A Saga dos Irmãos Spulmino na América: Das Colinas de Salerno à New York




Vittorio Spulmino viu a luz do mundo em 1883, na pequena aldeia de Montecorvino Rovella, pertencente ao comune de Salerno, na Itália. Originário de uma família de camponeses, aos dezesseis anos, ele tomou a decisão de seguir os passos de um tio, tornando-se um emigrante sazonal na França.
Devido à extrema simplicidade de sua família, Vittorio enviava regularmente uma parte de seus ganhos na França para auxiliar seus pais. Essa rotina anual envolvia os verões e outonos dedicados ao cultivo de tomates, limões e à administração de um vinhedo nas encostas ensolaradas banhadas pelo Mar Tirreno, proveniente do Golfo. Ele participava ativamente da colheita e prensagem da uva para a produção de vinho para o uso familiar. Nos invernos e primaveras, residia na França, esforçando-se arduamente para enviar recursos financeiros de volta para sua casa.
Aos 22 anos, Vittorio deu um passo corajoso motivado pelas cartas de dois amigos da aldeia, Luigi e Marco, já nos Estados Unidos, encorajando-o a buscar melhores oportunidades de emprego lá.
Vittorio não partiu sozinho; ele foi acompanhado pelo irmão Francesco e duas jovens amigas destemidas. Uma delas, Isabella, ansiava reunir-se com seu amado já estabelecido na América, enquanto a outra, Sofia, buscava na emigração uma vida melhor.
Os quatro viajaram a pé até Marselha, de onde embarcaram rumo ao porto de Nova York, nos Estados Unidos. A jornada consumiu todas as economias de Vittorio e Francesco, mas a determinação de começar uma nova vida os impulsionou.
Chegaram finalmente a grande cidade de New York em janeiro de 1907, após uma viagem tumultuada. Vittorio possuía apenas 50 dólares no bolso, mas conseguiu passar por Ellis Island sem contratempos.
Após alguns dias na metrópole americana, Vittorio e Francesco prosseguiram rumo ao oeste do país, em direção a São Francisco, na Califórnia. Lá, Vittorio encontrou trabalho na construção de uma represa, escapando por pouco de um acidente grave que vitimou um de seus colegas italianos.
Posteriormente, Vittorio mudou-se para trabalhar em uma mina de carvão, onde o trabalho era extenuante. Ele costumava dizer que "trabalhava como um mouro e xingava como um marinheiro". Sua próxima oportunidade foi na construção de ferrovias, onde apreciou a mudança para o trabalho ao ar livre.
À medida que a Grande Guerra se aproximava, Vittorio começou a sentir saudades de sua terra natal e de sua namorada, Carmela, que, por problemas familiares, não pode se juntar a ele na América, como tinham combinado. Decidiu retornar à Itália com suas economias, planejando casar-se e, posteriormente, regressar aos Estados Unidos. Por sua vez seu irmão Francesco, que naquele período estava bem empregado e com uma namorada, não quiz retornar à Itália. 
Vittorio Spulmino voltou à sua aldeia natal, em  Montecorvino Rovella, onde passou alguns anos trabalhando novamente como agricultor, durante todo período da guerra. Casou-se com Carmela, e no ano seguinte já era pai de um belo menino, Domenico. A ideia de retornar para a América persistia em seus pensamentos. De tanto ouvir Vittorio falar em casa, até sua esposa Carmela estava ansiosa para conhecer e tentar a vida no grande país.
No entanto, a propriedade rural da família era pequena demais para suprir as necessidades crescentes, e o período pós-guerra na Itália estava tumultuado, tornando difícil encontrar outro tipo de trabalho na região. A oportunidade de mudança surgiu quando Francesco, irmão de Vittorio, que permanecera nos Estados Unidos, casou-se com Rosália, filha de um próspero comerciante ítalo-americano de origem siciliana. A guerra transformou-o em um magnata, fornecendo mantimentos para o exército americano. A abastada família siciliana tinha apenas filhas e a primogênita, Rosália era agora esposa de Francesco. Com a expansão dos negócios, havia a necessidade de funcionários confiáveis, levando-o a integrar o genro na empresa. A sagacidade e habilidades comerciais d Francesco logo cativaram o sogro, resultando na nomeação dele como gerente da agora próspera corporação. Com a estabilidade financeira assegurada, Francesco pôde enviar recursos para que seu irmão adquirisse as passagens para a família.
Portanto, em 1923, Vittorio, sua esposa Carmela e o pequeno Domenico embarcaram na jornada que os conduziria à América, alcançando Long Island, Nova York, após quase duas semanas de viagem. Francesco estava à espera, prontamente recebendo-os e auxiliando na busca por moradia. Com o decorrer do tempo, eles se aclimataram ao novo país, e Vittorio assegurou emprego na empresa ainda liderada pelo sogro de Francesco.




domingo, 10 de dezembro de 2023

Tra Due Mondi: Un Viaggio Epico di Sopravvivenza in Brasile


 


Antonio Calzolar, un emiliano di 33 anni originario di Marzabotto (BO), intraprese un viaggio epico nel 1897 quando si imbarcò a Genova verso il Brasile con sua moglie Sofia Ferraro e i loro cinque figli. Accanto a Antonio, c'era suo fratello Lorenzo e la sua famiglia. Dopo un lungo viaggio di quasi due mesi, finalmente sbarcarono a Vitória, nel cuore dello stato brasiliano dell'Espírito Santo.

Da Vitória, presero il treno diretto a Cachoeiro de Itapemirim, una pittoresca cittadina a sud di Vitória. Dopo alcuni giorni trascorsi presso una Hospedaria de Imigrantes, furono assunti per lavorare nella Fazenda Arcobaleno, situata nel comune di Cachoeiro de Itapemirim. La vita lì non era facile; adulti e bambini si trovavano a lavorare duramente in cambio di modesti salari o piccole razioni di cibo, spesso costituite principalmente da farina di mais.

Insoddisfatti di questa dura realtà, i Calzolar presero una decisione coraggiosa: interruppero il loro contratto di lavoro e si trasferirono nel distretto di Castelo, sempre nell'Espírito Santo. Qui vissero per due anni, affrontando nuove sfide e costruendo il loro destino lontano dalle difficoltà della Fazenda Arcobaleno.

A partire dal 1901, la fortuna sorrise loro quando trovarono lavoro nella fazenda Guatambu. Questa fazenda, successivamente acquisita dal governo dell'Espírito Santo, si trasformò in una colonia di immigranti. Le due famiglie Calzolar, finalmente, videro realizzarsi il loro sogno di diventare proprietari di pezzi di terra, una conquista che avevano cercato per generazioni.

Con il passare degli anni, i figli di Antonio si sposarono con altri immigrati italiani o con i loro discendenti, creando legami duraturi che ancoravano la famiglia nelle terre brasiliane. I Calzolar si stabilirono in diverse città dello stato, tra cui Cachoeiro de Itapemirim, Castelo, Venda Nova do Imigrante, Alegre, Marechal Floriano, e persino nella capitale dell'Espírito Santo, Vitória.

La storia dei Calzolar è un racconto di perseveranza, coraggio e successo. Antonio e Sofia Calzolar, ormai ottantenni, si spensero a breve distanza l'uno dall'altro nel 1949, lasciando dietro di loro una discendenza radicata nelle terre che avevano contribuito a plasmare. La loro storia continua a risuonare attraverso le generazioni, un tributo vivente alla forza e alla resilienza di coloro che hanno forgiato un nuovo destino in terre lontane.




Dr. Luiz Carlos B. Piazzetta
Erechim RS





sábado, 29 de abril de 2023

Descobrindo as Raízes: Sobrenomes Italianos da Diretoria da Società Italiani Uniti de Araraquara


1. Antonio Nusdeo; 2. Raphael Barbieri; 3. Domingos Barbieri; 4. Dr. Giuseppe Aufiero Nipote; 5. Gaspar Abritta; 6. Dr. Giuseppe Aufiero; 7. Augusto Bignardi; 8. Nicola Barbato; 9. José Palamone Lepre; 10. Affonso Lombardi; 11. Oswaldo Negrini; 12. Agostino Tucci; 13. Corrosoni; 14. Marziali Billi; 15. Augusto Zenerin; 16. Guido Michetti; 17. Michele Loria; 18. Alberto Cestari; 19. Pedro Martini; 20. Caetano Mirabelli; 21. Enrico Somenzari; 22. Adolpho Criscini; 23. Pietro Galeazzi; 24. Antonio Blundi; 25. Caetano Passeto; 26. Janoario Arena; 27. Vincenzo Gravina; 28. Pietro Firminano; 29. Temistocles Fioretti; 30. Arturo Rizzoli; 31. Giuseppe Storino; 32. Enrico Lupo.



Società Italiani Uniti di Araraquara

 

Esta sociedade italiana existiu em Araraquara entre as décadas de 1920 e 1940. Abaixo alguns sobrenomes dos membros da diretoria da Società Italiani Uniti de Araraquara nas décadas de 1920 e 1930:



        • Abritta
        • Alimonda
        • Angelieri
        • Aufiero
        • Barbato
        • Bignardi
        • Blundi
        • Catanzaro
        • Cestari
        • Dall'Acqua
        • Donzelli
        • Ferrarezi
        • Firmiano
        • Galeazzi
        • Lagrotta
        • Lainetti
        • Lepre
        • Loria
        • Lombardi
        • Lupo
        • Martini
        • Masiero
        • Miari
        • Mirabelli
        • Negrin
        • Opice
        • Palamone
        • Rizzoli
        • Rosito
        • Somenzari
        • Storino
        • Tucci
        • Vigorito
        • Zaranella
        • Zenerin
        • Zerbini