terça-feira, 30 de julho de 2024

Lista de Imigrantes Italianos no Vapor Hypparchus em 08.05.1877


 

NAVIO HYPPARCHUS



Saída Porto do Rio da Prata

Chegada Porto do Rio de Janeiro

08 maio 1877




CONTI:
Leopoldo – 36 anos – solteiro
Religião: Católico
Profissão: Trabalhador

MARBELLO:
Pietro – 27 anos – solteiro
Religião: Católico
Profissão: Trabalhador






Ecos do Passado: O Naufrágio do Sud America I


Ecos do Passado: O Naufrágio do Sud America I


No início da manhã de 13 de setembro de 1888, o porto de Las Palmas de Gran Canaria, geralmente sereno, estava prestes a se tornar palco de uma tragédia de proporções históricas. O vapor Sud America I, que havia zarpado de Montevidéu em 26 de agosto, navegava com cerca de 300 passageiros, a maioria imigrantes italianos, além de algumas famílias uruguaias e brasileiras. Seus destinos variavam, mas todos compartilhavam o desejo de retornar para as suas cidades natais na Itália, após um período de imigração no Uruguai e no Brasil.

O capitão do Sud America I, um veterano do mar com décadas de experiência, estava no comando. Conhecido por sua liderança calma e decisiva, ele era respeitado tanto por sua tripulação quanto pelos passageiros. Naquela manhã, enquanto o navio se aproximava do porto, o capitão estava no convés, observando a chegada com um misto de alívio e cansaço após semanas no mar.

Às 6 da manhã, a tranquilidade foi brutalmente interrompida. Do horizonte, o vapor francês La France, navegando em alta velocidade e com destino à América do Sul, surgiu. A proa do La France colidiu violentamente com a lateral do Sud America I, causando um rombo catastrófico no casco do navio. O impacto foi devastador, e em questão de minutos, o Sud America I começou a inclinar-se perigosamente.

A bordo, o pânico tomou conta. Famílias que até então estavam tranquilamente aguardando a chegada a Gênova agora lutavam por suas vidas. Entre os passageiros, estava a família Rossi. Giovanni e Maria Rossi, junto com seus dois filhos pequenos, Luisa e Marco, estavam retornando à Itália após uma tentativa fracassada de construir uma nova vida no Uruguai. Ao sentir o impacto e ver a água invadindo os compartimentos, Giovanni agarrou seus filhos, enquanto Maria procurava desesperadamente por coletes salva-vidas.

O capitão, ciente da gravidade da situação, tentou manter a ordem enquanto a tripulação trabalhava freneticamente para lançar os botes salva-vidas. No entanto, a inclinação crescente do navio e o caos generalizado tornavam a evacuação extremamente difícil. A apenas 600 metros da costa, a esperança de sobrevivência parecia ao alcance, mas para muitos, a tragédia era inevitável.

O Sud America I afundou em meia hora, desaparecendo nas profundezas a 15 metros abaixo da superfície. Dos cerca de 300 passageiros, 81 perderam a vida, incluindo muitos imigrantes italianos, além de 6 tripulantes. Entre as vítimas estavam Giovanni Rassi e seu filho Marco, cujos corpos nunca foram encontrados. Maria e Luisa, milagrosamente, conseguiram sobreviver, agarrando-se a um pedaço de madeira até serem resgatadas por pescadores locais.

As notícias do desastre se espalharam rapidamente, chegando às costas do Uruguai, Brasil e Itália, causando uma onda de dor e luto. Nos anos seguintes, o naufrágio do Sud America I seria lembrado como o maior desastre naval da história das Ilhas Canárias, uma tragédia que ceifou vidas e sonhos de imigrantes que buscavam uma vida melhor.

Maria Rassi, apesar da perda devastadora, encontrou forças para seguir em frente. Ela e Luisa estabeleceram-se em Gênova, onde Maria se tornou uma voz ativa na comunidade de imigrantes, lutando por melhores condições e segurança nos transportes marítimos. A memória de Giovanni e Marco, assim como de todos os que pereceram naquele fatídico dia, permaneceu viva através de suas ações e das histórias que contava.

O porto de Las Palmas, onde as águas ainda sussurravam os segredos do Sud America I, tornou-se um lugar de lembrança e reflexão, um símbolo das vidas interrompidas e dos sonhos afogados no mar.



domingo, 28 de julho de 2024

A Viagem Final




A Viagem Final

Era uma noite gelada e tranquila quando o taxista recebeu uma chamada inesperada. A cidade estava envolta em um silêncio interrompido apenas pelo ruído esporádico de alguns carros. Dirigiu-se ao endereço indicado, um prédio modesto com uma única luz acesa no térreo.

Ao chegar, sua primeira intenção foi buzinar e esperar. Contudo, algo o fez parar. Quem chamaria um táxi tão tarde da noite poderia estar precisando de ajuda. Determinado, saiu do carro, foi até a porta e tocou a campainha. Ouviu um som suave, como algo se arrastando, seguido por uma voz fraca:

— Estou indo. Um momento, por favor.

A porta se abriu, revelando uma senhora idosa, pequena e delicada, vestindo um vestido estampado. Ela se apoiava em uma bengala e segurava uma pequena mala na outra mão. O taxista olhou para dentro da casa e percebeu que todos os móveis estavam cobertos com lençóis, como se o lugar estivesse desocupado há muito tempo.

— Pode me ajudar com a mala? — pediu a senhora, com uma voz trêmula, mas cortês.

O taxista prontamente pegou a mala e ajudou a idosa a entrar no carro. Ela deu o endereço e fez um pedido incomum:

— Podemos passar pelo centro da cidade?

— Mas esse caminho é mais longo — observou ele, tentando ser prático.

— Não tem importância — respondeu ela com surpreendente firmeza. — Não tenho pressa. Quero ver a cidade pela última vez. Estou indo para um asilo, pois não tenho mais família e o médico disse que meu tempo está acabando.

Comovido pela história, o taxista desligou o taxímetro discretamente. Olhou para trás e perguntou:

— Para onde a senhora gostaria de ir?

E assim começou uma jornada diferente de todas as outras. Ele a levou a um edifício no centro da cidade, onde ela trabalhou como ascensorista na juventude. Depois, foram a um bairro onde ela morou recém-casada, lembrando momentos de felicidade ao lado do marido. Mais adiante, ela apontou o clube onde dançaram tantas vezes juntos.

De vez em quando, a senhora pedia que ele diminuísse a velocidade ou parasse em frente a algum edifício. Seus olhos vagavam pela escuridão, buscando memórias antigas, e ela suspirava, perdida em pensamentos.

As horas passaram e, finalmente, ela manifestou cansaço:

— Por favor, agora estou pronta. Vamos para o asilo.

O taxista dirigiu-se a uma casa cercada de árvores. Apesar da hora avançada, foram recebidos por dois atendentes simpáticos. A senhora, agora em uma cadeira de rodas, se despediu do taxista.

— Quanto lhe devo? — perguntou ela.

— Nada — respondeu ele, com um sorriso. — É uma cortesia.

— Você tem que ganhar a vida, meu rapaz!

— Há outros passageiros — retrucou ele gentilmente.

Com os olhos marejados, ele a abraçou carinhosamente. Ela retribuiu com um beijo na bochecha e palavras de gratidão:

— Você deu a esta velhinha um grande presente. Deus o abençoe.

Naquela madrugada, o taxista decidiu não mais trabalhar. Refletiu sobre a noite que acabara de viver. E se tivesse apenas tocado a buzina e ido embora? E se tivesse recusado a corrida por causa do horário? E se tivesse encerrado o turno rapidamente para ir para casa?

Percebeu a importância de ser gentil e dedicar-se a alguém. Dois dias depois, sentindo a necessidade de saber como estava sua passageira, voltou à casa de repouso. Foi informado, com um nó na garganta, que ela havia falecido na noite anterior.

O taxista, com o coração apertado, compreendeu a profundidade do impacto que um simples gesto de bondade pode ter na vida de alguém. Naquele breve encontro, ele fez mais do que apenas transportar uma passageira; ele proporcionou um último vislumbre de felicidade a uma vida que estava se apagando.

Às vezes, pensamos que grandes momentos são feitos de grandes ações. No entanto, existem pequenas coisas que representam muito para alguém. O importante é estar atento, para não perder essas valiosas oportunidades de dar felicidade a alguém. Mesmo que seja um simples passeio pela cidade, uma ida ao cinema, uma volta pelo jardim, um bate-papo no fim da tarde, atender um telefonema na calada da noite. Pense nisso! Esteja atento para as pequenas coisas, os gestos quase insignificantes. Eles podem significar, para alguém, toda a felicidade.





sábado, 27 de julho de 2024

Legado Boari: Uma Saga de Sucesso e Determinação no Brasil

 


No final do verão de 1891, Giovanni Boari, acompanhado de seus filhos Marco e Alessio e suas respectivas famílias, todos originários de Isola Bella, na província de Mantova, embarcaram no navio La Fortuna, partindo de Gênova com destino ao Brasil. A esposa de Alessio, Francesca Bianchi, estava grávida e deu à luz a bordo durante a travessia.
O trajeto foi excepcionalmente difícil, marcado por condições higiênicas precárias e escassez de água potável e alimentos. Após desembarcarem no Brasil, a jornada continuou por trem e a cavalo, rumo à localidade de Nova Esperanza, no interior do estado de São Paulo. A viagem totalizou 40 dias completos.
Tinham sido contratados, ainda na Itália, como trabalhadores rurais em uma grande fazenda de cultivo de café. Ao chegarem, depararam-se com uma realidade desafiadora, o local a eles destinado a morar eram grandes construções muito antigas, distantes duzentos metros da sede onde morava o capataz. Tinham sido um pouco reformadas, principalmente o antigo telhado, tudo da época em que a fazenda abrigava quase duas centenas de escravos. Para a subsistência tinham autorização de plantar e criar alguns pequenos animais.
Infelizmente, poucos dias após a chegada na fazenda, o filho de Francesca e Alessio faleceu, sem que conseguissem identificar a causa da doença. Não foi somente essa morte de bebes entre os quase de cem imigrantes que chegaram com eles. Apesar de tudo, o casal não desistiu do sonho de possuir suas terras no novo mundo.
Após cerca de um ano, o pai de Alessio, um viúvo de quase 70 anos, que também tinha vindo acompanhando os filhos, retornou à Itália, incapaz de se adaptar às duras condições de vida no Brasil. Alessio e Francesca decidiram se estabelecer permanentemente naquela cidade do interior paulista. Lá, eles tiveram mais dez filhos e, ao longo do tempo, prosperaram.
Alessio fortaleceu o patrimônio da família Boari com investimentos nos setores agrícola e industrial, incluindo instalações para a transformação da cana-de-açúcar, o novo filão de negócios daquela região do estado. Finalmente, em 1924, eles tiveram a oportunidade de realizar o sonho de retornar à Itália e reencontrar seus parentes.
A família Boari se tornou um notável exemplo de sucesso no Brasil, com seus descendentes totalizando impressionantes 1000 membros no final do século XX. Eles contribuíram significativamente para o desenvolvimento da região, deixando um legado duradouro que celebrava a coragem e a perseverança de Francesca e Alessio Boari.

Nota - os nomes são fictícios



quinta-feira, 25 de julho de 2024

A Viagem de Travessia dos Emigrantes Italianos

 



No final do século XIX, os navios a vapor europeus que seguiam para o Brasil atracavam principalmente nos portos do Rio de Janeiro e Santos. Antes de 1870, a travessia para as Américas era feita em embarcações à vela e podia levar até 60 dias. Com o advento da navegação a vapor, por volta da década de 1890, esse tempo foi reduzido para 20 a 30 dias. Entre as companhias marítimas notáveis estavam La Veloce, Navigazione Generale Italiana, Ligure Brasiliana, Lavarello, Navigazione Italo-Brasiliana e Lloyd Italiano Royal Mail.
Apesar das variações de época e tamanho, esses navios chegavam a transportar mais de 1000 passageiros por viagem, o que representava cerca de um terço da sua capacidade real. Como resultado, a maioria dos migrantes viajava em condições precárias na terceira classe, frequentemente deitados em beliches amontoados ou diretamente no piso sob o convés. O capitão ocasionalmente permitia que subissem à proa para respirar ar fresco e caminhar ao sol.
Os compartimentos eram extremamente sujos, a comida era escassa e frequentemente estragada, e a água potável era insuficiente. Além das péssimas condições higiênicas, as difíceis condições climáticas agravavam a situação. A diferença térmica noturna fazia com que a umidade sufocante do dia fosse seguida por uma queda drástica de temperatura à noite. Essas condições propiciavam a disseminação de doenças infecciosas como varíola e cólera, que rapidamente se transformavam em epidemias.


terça-feira, 23 de julho de 2024

Condições Sanitárias e Desafios na Emigração Italiana


 

Nos últimos anos do século XIX, houve um aumento considerável no número de pessoas que partiram em direção às Américas, resultando em viagens marítimas que frequentemente se estendiam por mais de um mês, caracterizadas por condições extremamente precárias. 

Antes da promulgação da lei de 31 de janeiro de 1901, não existiam regulamentações que abordassem os aspectos sanitários da emigração. Em 1900, um médico descreveu o transporte marítimo de emigrantes como um cenário onde "higiene e limpeza estão constantemente em conflito com a ganância. O espaço e o ar são escassos."

Os beliches dos emigrantes eram distribuídos em corredores estreitos, recebendo ventilação principalmente através de escotilhas. A altura mínima desses corredores variava de um metro e sessenta centímetros a um metro e noventa centímetros. Eram úmidos e cheiravam a resíduos humanos e corpos sem banho por diversos dias. Nessas condições, surgiam frequentemente doenças respiratórias. Um exemplo da falta de normas básicas de higiene era a água potável armazenada em caixas de ferro revestidas de cimento, que, com o movimento do navio, liberavam partículas que turvavam a água. Os emigrantes consumiam essa água, tingida de vermelho pelo contato com o ferro oxidado, já que não havia destiladores a bordo.

A alimentação, independentemente da condição dos emigrantes - muitos dos quais eram analfabetos ou incapazes de entender as regras alimentares - consistia em uma rotina de dias "ricos" e "magros", alternando entre "café" e "arroz". A escolha entre pratos à base de arroz ou massa dependia da maioria regional dos passageiros, nortistas ou sulistas. Do ponto de vista nutricional, a dieta diária fornecia proteínas suficientes, geralmente superior ao padrão alimentar habitual dos emigrantes.

Analisando as estatísticas sanitárias do Comissariado Geral da Emigração e os relatórios anuais dos oficiais de marinha responsáveis pelo serviço de emigração, é possível traçar um panorama da saúde dos emigrantes italianos durante as viagens para a América do Norte e do Sul entre 1903 e 1925. Embora limitadas pela parcialidade dos dados coletados, essas fontes revelam aspectos cruciais das condições sanitárias das grandes migrações, conforme relatado em registros e diários de bordo. A falta de organização dos serviços de saúde tanto em terra quanto no mar compromete a precisão das estatísticas, dificultando o estudo de doenças específicas. Os dados estatísticos cobrem apenas as doenças detectadas pelos médicos a bordo ou pelos comissários, excluindo emigrantes que evitavam assistência médica por desconfiança ou medo de rejeição no destino.

É claro que tentativas de estimar sistematicamente a situação sanitária da emigração com base em fontes oficiais subestimam amplamente a extensão real dos problemas de saúde enfrentados durante as viagens transatlânticas. Apesar dessas limitações, as estatísticas oferecem insights importantes sobre as condições de saúde durante essas migrações em massa, conectando a experiência migratória com as condições socioeconômicas das classes menos favorecidas nos séculos XIX e XX.

A análise das estatísticas de 1903 a 1925 revela a persistência de certas doenças ao longo das viagens de ida e volta para as Américas. Embora não seja objetivo deste estudo investigar como o fluxo migratório contribuiu para a disseminação de doenças como pelagra, malária e tuberculose na Itália, é notável que essas condições tenham sido significativamente presentes nas estatísticas de morbidade. Por exemplo, a malária registrou altos índices nas viagens de ida para a América do Norte e do Sul, superada apenas pelo sarampo. Nas viagens para o sul, casos de tracoma e sarna também foram relevantes, enquanto no retorno predominavam tuberculose e tracoma, além de casos menos frequentes de ancilostomíase, ausente nas estatísticas de ida. Nos retornos do norte, a tuberculose pulmonar, as doenças mentais e o tracoma eram mais comuns, embora com números menores.

Embora as taxas de mortalidade e morbidade durante as viagens transatlânticas não tenham alcançado níveis alarmantes, elas foram mais altas nas viagens de ida e volta para a América do Sul, onde predominavam famílias inteiras emigrantes. A alta morbidade durante as viagens de retorno é especialmente relevante para os emigrantes que retornavam da América do Norte. O fluxo migratório para os Estados Unidos tendia a atrair pessoas em boa saúde e em idade produtiva, seja devido à auto seleção dos trabalhadores emigrantes ou aos rigorosos controles sanitários impostos pelos EUA sobre a emigração europeia.



segunda-feira, 22 de julho de 2024

Origem de Alguns Sobrenomes Italianos

Doge Leonardo Loredan

 


Aldobrandini: Sobrenome  Ligado ao Papado.
Albani: Família de origem albanesa.
Alighieri: Família de Dante Alighieri.
Baglioni: Nobre família de Perugia.
Badoer: Sobrenome de patrícios venezianos.
Balbi: Sobrenome de patrícios venezianos.
Barberini: Família papal, incluindo o Papa Urbano VIII.
Barbarigo: Antiga família patrícia de Veneza.
Barbaro: Sobrenome de humanistas venezianos.
Barozzi: Família patrícia de Veneza.
Bembo: Literatos e humanistas venezianos.
Belfiore: “Flor bonita”, simbolizando beleza.
Bentivoglio: “Quinto filho”, uma família de Bolonha.
Borgia: Famosa pelo poder e influência durante o Renascimento.
Borromeo: Família influente na Igreja e política.
Bragadin: Heróis e líderes militares venezianos.
Bragadin: Heróis e líderes militares venezianos.
Bruni: “Moreno”, referindo-se à cor do cabelo.
Caetani: Inclui o Papa Bonifácio VIII.
Canal: Sobrenome de doges venezianos.
Cappello: Família patrícia de Veneza.
Caracciolo: Família napolitana importante.
Cattaneo: “Capitão”, indicando um ancestral militar.
Cavalli: “Cavalos”, indicando conexão com cavalos famosos.
Chigi: Família romana influente.
Colonna: Simboliza força e suporte, derivado de “coluna”.
Contarini: Sobrenome de doges venezianos.
Cornaro: Família patrícia veneziana.
Corner: Família patrícia de Veneza.
Correr: Sobrenome de doges venezianos.
Crispi: “Encaracolados”, possivelmente referindo-se à aparência.
Da Vinci: da cidade de Vinci Sobrenome de Leonardo da Vinci.
Dandolo: Sobrenome de doges venezianos.
D’Este: Dinastia importante da Itália medieval e renascentista.
Della Rovere: Família papal.
Dolfino: Família patrícia de Veneza.
Doria: Família genovesa com tradições marítimas.
Emo: Sobrenome de almirantes venezianos.
Farnese: Associado aos duques de Parma e Piacenza.
Foscari: Sobrenome de doges venezianos.
Foscarini: Sobrenome de doges venezianos.
Giustiniani: Família patrícia de Veneza. 
Gonzaga: Nobre família que governou Mântua.
Gradenigo: Sobrenome de doges venezianos.
Grimani: Sobrenome de patrícios venezianos.
Grimaldi: Ligada ao Principado de Mônaco.
Gritti: Sobrenome de doges venezianos.
Guicciardini: Família florentina influente na política.
Lippomano: Sobrenome de patrícios venezianos.
Loredan: Família patrícia de Veneza.
Maffei: Deriva de Matheus, uma família influente.
Malatesta: “Cabeça má”, sugerindo uma reputação feroz.
Manzoni: Deriva de “manso”, sugerindo uma posição alta.
Medici: Família rica e influente da Renascença italiana.
Memmo: Sobrenome de doges venezianos.
Michiel: Sobrenome de doges venezianos.
Michiel: Nome de doges venezianos.
Mocenigo: Sobrenome de doges venezianos.
Mocenigo: Sobrenome de doges venezianos.
Mocenigo: Sobrenome de figuras importantes em Veneza.
Montefeltro: Família de Urbino.
Morosini: Sobrenome de doges venezianos.
Nani: Sobrenome de patrícios venezianos.
Orsini: Significa “pequeno urso”, sugerindo coragem.
Pallavicini: Marqueses da região de Parma.
Pazzi: Família envolvida na conspiração contra os Medici.
Pellegrini: Sobrenome de patrícios venezianos.
Pesaro: Sobrenome patrícia de Veneza.
Piccolomini: Sobrenome associado a papas.
Pisani: Sobrenome de patrícios venezianos.
Priuli: Sobrenome de doges venezianos.
Querini: Família patrícia de Veneza.
Sagredo: Sobrenome de patrícios venezianos.
Sanudo: Cronistas e historiadores venezianos.
Savorgnan: Família friulana resistente aos turcos.
Serristori: Família toscana envolvida na política.
Sforza: refletindo poder e liderança.
Soderini: Família florentina.
Spada: simbolizando guerra e nobreza.
Strozzi: Família florentina poderosa.
Tiepolo: Sobrenome de doges venezianos.
Trevisan: Família patrícia de Veneza.
Trivulzio: Família milanesa com raízes na Idade Média.
Tron: Família patrícia de Veneza.
Venier: Sobrenome de doges venezianos.
Visconti: Família de alta nobreza, equivalente a viscondes.
Zane: Nome de patrícios venezianos.
Zeno: Sobrenome de doges venezianos.
Zorzi: Sobrenome de patrícios venezianos.


domingo, 21 de julho de 2024

Alguns Sobrenomes Italianos, Curiosos e Diferentes:


 

Sobrenomes e as Províncias onde são

 mais encontrados



Innocenti – Toscana

Pirocca – Vêneto

Bundonne – Sardenha

Cusin – Vêneto - primo/a

Boccanegra – Vêneto

Bossetto – Piemonte

Passarin –  Vêneto

Malatesta – Lazio

Barbi – Lombardia

Della Puta – Friuli

Chiuchiu – Umbria

Sacco – Piemonte

Fonfon – Vêneto

Vagina – Piemonte

Tontodimamma – Abruzzo

Ingannamorte – Puglia

Patetta – Liguria

Cortina – Lazio

Pipino – Piemonte

Baratta – Emiglia-Romagna

Santoliquido – Basilicata

Mangiapane – Sicilia

Pizzamiglio – Lombardia

Deufemia – Basilicata

Meninno – Campania

Rolla – Liguria

Cassetti – Lombardia

Fede – Sicilia

Roella – Piemonte

Malandra – Abruzzo

Fiappo – Piemonte

Malla – Sicilia

Foddis – Sardenha

Fusca – Calabria

Mole – Sicilia

Capetta – Piemonte

Cabello – Lombardia

Tonto – Campania

Pinton – Vêneto

Teta – Campania

Tonta – Lombardia

Bugada – Lombardia

Salvo – Sicília

Rodela – Lombardia

Cassettino – Campania

Falsetti – Toscana

Canal – Vêneto

Rego – Lombardia 

Picca – Puglia

Piccalugga – Lombardia

Cabassa – Emilia-Romagna

Traficante – Basilicata

Vacca – Sardenha 

Lesma – Lombardia

Xodo – Vêneto

Porra – Sardenha 

Monga – Lombardia 

Porco – Calábria

Morra – Campania

Caretta – Vêneto  

Medicina – Liguria

Fedecostante – Vêneto



sábado, 20 de julho de 2024

Alguns Sobrenomes nas Primeiras Colônias Italianas do Rio Grande do Sul

 

Alguns Sobrenomes nas Primeiras Colônias Italianas do Rio Grande do Sul


Accorsi, Adami, Adamoli, Agazzi, Agliatti, Agnoletto, Agostini, Alberici, Alberti, Alberti, Allegretti, Ambrosi, Anadro, Andreola, Andriollo, Arbusti, Arioli, Ariotti, Arisi, Arrigoni, Arsego, Asolini, Astolfi, Attuatti, Azzulari, Bacin, Bagattini,Baiocco, Balbinot, Baldasso, Baldi, Baldin, Ballarini, Ballestrelli, Ballin, Balzan, Bandino, Barater, Baratto, Barbieri, Barni, Baron, Barrichello, Bartolozzi, Baruffi,Baseggio, Basei, Basiggio, Bassani, Bassi, Basso, Battistuzzi, Bau, Bavaresco, Beal, Beduschi, Belatto, Bellaboni, Bellaver, Bellini, Bellotti, Belluzzo, Benedusi, Benvenutti, Bergamaschi, Bernard, Bernardi, Bernardon, Bersaghi, Berselli, Bertani, Berti, Berticelli, Bertoldi, Bertolini, Bertoncello, Bertuol, Bettinelli, Betto, Bez, Biacchi, Bianchetti, Bianchi, Biasibetti, Biasion, Biazus, Bissolotti, Bocca, Bocchi, Bonacina, Bonassi, Bonato, Bonatti, Bonazzi, Bonet, Bonetti, Bonfanti, Bonini, Boninsegna, Borcioni, Bordignon, Bordini, Bortolaz, Bortolini, Bortolozzi, Bos, Bottesini, Bovo, Bozzetto, Brancher, Branchi, Breda, Brignoni, Brochi, Brugalli, Bruschi, Bussinello, Cadore, Cagliari, Calcagnoto, Caldart, Callevi, Camello, Camera, Camillo, Campagnoni, Campio, Campiol, Cannini, Canova, Capelletto, Capellini, Cappellari, Cappi, Carli, Carlotto, Carnacini, Carniel, Carraro, Casagrande, Casellani, Cassol, Castaldo, Castelli, Cattani, Cattuzzo, Cauduro, Cavagnoli, Cavalet, Cavallari, Cè, Cecconello, Cecconi, Ceratti, Ceresa, Ceresoli, Cerini, Cesca, Checchi, Chiapperin, Chiarellotto, Chies, Chiesa, Chiossi, Chittò, Cignacchi, Cipriandi, Cobalchini, Colazioli, Colbacchini, Collonna, Colnaghi, Colombelli, Colussi, Comarella, Comin, Cominetti, Compagnoni, Comunello, Concatto, Conci, Concli, Conti, Conz, Conzatti, Corbellini, Cortesi, Coser, Costa, Crestani, Cristofori, Cunco, Cusin, Cutti, D’agostini, D’Ambrosi, D’Arrigo, Da Cas, Da Riva, Da Roit, Dadalt, Dal Dosso, Dal Pissol, Dal Piva, Dal Ponte, Dal Zocchio, Dalcorso, Dall’Acqua, Dalla Valle, Dallago, Dallavecchia, Dalle Laste, Dalle Laste, Dalmagro, Dalmolin, Dalri, Damin, Darè, Dartora, Datta, Davoglio, De Boni, De Conto, De Gaspari, De Grossi, De Lucca, De Marchi, De Mari, De Paris, De Rossi, De Venz, De Venzo, De Zan, Debastiani, Debona, Decarli, Decesero, Decesero, Degaspari, Degeroni,Deitos, Del Pizzol, Del Sassi, Delani, Della Libera, Dellai, Demarchi, Denardi, Denardi, Denicolò, Destri, Di Pomo, Dissegna, Ditòs, Do Campo, Dolfini, Dolmina, Domenegatto, Donada, Donadel, Donatti, Donatti, Dondoni, Dondoni, Dorigatti, Enos, Fabbian, Fabbrin, Fabbrizio, Faccio, Facciocchi, Faes, Faggion, Fantin, Fardo, Farina, Fascicolo, Fasolo, Favero, Fazzioni, Fedirizzi, Felice, Ferla, Ferrareto, Ferrari, Ferrarini, Ferretti, Ficcagni, Fin, Fiorentin, Fiornentin, Fiorot, Fistarol, Fittarelli, Floriani, Folgatti, Folle, Fonini, Fontana, Fontanella, Forestieri, Franceschet, Franceschini, Francio, Franciosi, Franzoloso, Frare, Frasnelli, Frittoli, Frizzo, Fronza, Frosi, Fucina, Fumegalli, Gabardo, Galli, Gallina, Gallon, Gambin, Garbuio, Gasparin, Gatti, Gazzola, Genacini, General, General, Gerelli, Germani, Gheller, Ghilardi, Ghisi, Giacomel, Giacometti, Giacometto, Gianello, Gianlupi, Gilberti, Giongo, Giordani, Girardi, Giroletti, Giron, Girotto, Gobbi, Goldoni, Goldoni, Grando, Grapiglia, Grasselli, Graziani, Graziola, Gregoletto, Grespan, Grolli, Guarani, Guarnieri, Ioppi, Iora, Ioriatti, Isatton, Jaconi, Lamonato, Lanfranchi, Lanfredi, Lanzini, Larentis, Lazaron, Lazzari, Lazzarini, Lazzarotto, Locatelli, Loncin, Longhi, Longo, Lorenzi, Lorenzon, Lot, Lotti, Lottici, Lucini, Lurni, Luzzana, Maccali, Maccari, Maddalozzo, Maestri, Magagnin, Maggioni, Mainardo, Malabarba, Malacarne, Malvezzi, Mandelli, Manfroi, Manica, Mantovani, Manzoni, Marca, Marchetto, Marchiori, Mariani, Marin, Marini, Mariuzza, Martinbianco, Martinelli, Martini, Martini, Masetto, Masiero, Massarola, Mattevi, Mattia, Mazzolen, Mazzoleni, Mazzolini, Mazzotti, Meggiolaro, Membri, Meneghetti, Menegotto, Menin, Merigo, Merina, Merlo, Mersani, Michelli, Michelon, Migotto, Milan, Milanesi, Mincio, Mion, Miorelli, Misturini, Mocelin, Molin, Mombelli, Monetta, Montanari, Montemaggiore, Montepò, Moragini, Morandi, Morè, Morelatto, Moresco, Moretto, Moro, Moroni, Morosini, Moroso, Moschetta, Mosena, Nicoletti, Nicolini, Noal, Notari, Oldoni,Oliva, Olivier, Ongarato, Oselame, Padoan, Padovan, Padovani, Paese, Paganelli, Pagani, Paggi, Pagliarini, Pagnoncelli, Pagot, Pallaoro, Paloschi, Palozzi, Pasa, Pasini, Pasqualotto, Pastorio, Patuzzi, Pavesi, Pazinato, Pedersetti, Pedersini, Pedot, Pedrini, Pedrollo, Pelicioli, Perico, Periolo, Perotto, Persici, Pertile, Petralli, Petrolli, Pezzenti, Piacentini, Piaia, Piana, Pianta, Piazetta, Piazza, Piccetti, Piccin, Piccoli, Pierdonà, Pietà, Pietrobon, Pigato, Pilati, Pina, Pintarelli, Pinzetta, Piovesan, Pizzamiglio, Pizzato, Pizzetti, Pizzi, Poggi, Polacchini, Polita, Poloni, Pomo, Ponzoni, Posoco, Possagnolo, Possebon, Prandini, Preamor, Presenti, Pretto, Provenzi, Putrich, Quagliotto, Rabaioli, Radavelli, Raffaeli, Raimondi, Rama, Rampanelli, Rampazzo, Ravaglio, Reduschi, Refatti, Regalle, Reginato, Regla, Remonti, Resemini, Riboldi, Rigon, Rinaldi, Riva, Rizzardi, Rizzo, Rocco, Roman, Rossato, Rosset, Rossetti, Rossi, Rossini, Rossoni, Rostirolla, Rotta, Roveda, Roversi, Rubbo, Sabbadini, Sabini, Sacchet, Salami, Salton, Salvador, Salvadoretti, Salvadori, Salvi, Sandri, Sanpine, Santin, Santini, Santolin, Saretto, Saroglia, Saroglio, Sartor, Sartori, Savi, Sbaraini, Sbruzzi, Scappini, Scarpini, Schiavini, Schizzi, Sciessere, Scolaro, Scomason, Scotta, Scudella, Sebben, Secchi, Segabinazzi, Sentenari, Serafini, Servat, Severgnini, Severgnini, Sfoggia, Signore, Silvestri, Simon, Simonetti, Soldi, Somacal, Somensi, Sonaglio, Soncini, Sonza, Soresina, Sorzi, Spada, Spader, Spagnoli, Spaldini, Sperotto, Spiazzi, Splendore, Stanga, Stefanon, Sterzi, Storti, Strapazzon, Stringhi, Stringo, Tabalti, Tagliaro, Tartaro, Tarter, Tarzo, Tasca, Tecchio, Tempesta, Tenasio, Teo, Tesoro, Tessaro, Tesser, Tochetin, Todero, Todeschini, Todesco, Toffoli, Toldo,Tomasi, Tomasini, Tombini, Tomè, Tommasel, Tommasini, Tondo, Tonetto, Toniazzi, Tonidandel, Toniolo, Tonni, Tortora, Tosi, Tosin, Trabucco, Tramarin, Tramontina, Traversin, Travi, Tremmea, Tresoldi, Trevisan, Trevisol, Trintinaglia, Troian, Trois, Trombetta, Trombini, Trucolo, Turcato, Turiani, Vailati, Valcarenghi, Valduga, Valerio, Valesani, Valiatti, Valmorbida, Vanni, Vanti, Varnier, Vazzoler, Ventura, Venturella, Venturi, Venturini, Versetti, Vettoretti, Vian, Vicini, Vigo, Vigolo, Villani, Zabot, Zaccagnini, Zago, Zagonel, Zambon, Zanatta, Zanchet, Zanchettin, Zandonà, Zandonai, Zanetti, Zangrande, Zanin, Zanolla, Zanon, Zanoni, Zanotelli, Zanotto, Zanuso, Zeni, Ziani, Zibetti, Zilli, Zoppas, Zorer, Zottis, Zuccatto, Zucchelli, Zucchetti, Zucchi, Zulian


sexta-feira, 19 de julho de 2024

Algumas Famílias Nobres Italianas Listadas no Dicionário Histórico


 

Algumas Famílias Nobres Listadas no 

Dicionário Histórico



A

Abaco
Abaisio
Abaleo
Abatucci
Abatelli
Abatessa
Abauma
Abbaco
Abela
Accardo
Acconci
Acerba
Adda
Adelardi
Adimari
Agnelli
Agliardi
Agliano
Agostini
Alberti
Albertoni
Albini
Albizzi
Alboni
Aldobrandeschi
Alemani
Alessandrini
Alighieri
Angeli
Angioletti
Antonelli
Aquaria
Aquila
Aviani

B

Baccalar
Bacchi
Bacchini
Bacile
Bagnolo
Baille
Balbani
Baldi
Balestri
Ballarini
Ballestrero
Balsamo
Bandieri
Bandini
Barberi
Barbieri
Bargalli
Bariasini
Bazoni
Barone
Bartoccelli
Bartolini
Bartolomei
Beamount
Begiami
Belmoto
Bellonzi
Belvedere
Benedetti
Berlini
Bergamo
Bertazzi
Bertolosso
Bianchi
Bianchini
Bilibio
Boccasino
Bonaldi
Borghesi
Borgo
Borsello
Brocolelli
Brognolli
Bruni

C

Caballero
Cabianco
Cassaro
Cacciaguerra
Cadamosto
Caffarelli
Caisseli
Calcari
Caldarone
Calderini
Calliari
Calini
Calligine
Callori
Calla
Calvanese
Calvi
Camilla
Campana
Campanazzi
Camponeschi
Canetelli
Carboni
Carcassola
Carrara
Casanova
Cassiolatto
Castellani
Castelli
Castillo
Cavazza
Cerchi
Colombo
Conti

D

Dall´Armi
Dalmazzo
Dalmonte
Davagna
Delitala
Delvecchio
Diversi
Donati
Doni-Borgognoli
Donezzeli
Drachi
Drago

E

Egra
Emilliano
Emilliani
Enrici
Enrico
Errante
Ezzelini

F

Fabbri
Fabbrini-Ciabattini
Fabbretti
Fabiani
Fabro
Facci
Facini
Falcombelli
Falconi
Falzacappa
Fantini
Fardella
Faussone
Faya
Fenzi
Ferrari
Ferranti
Ferreri
Fiaschi
Filippini
Fiorani
Floriani
Franchi

G

Gabra
Gabaldiani
Gabrielli
Gadaldi
Gadaleta
Gaddi
Gagliardis Dalla Volta
Gagliardi Beneventi
Galbiati
Galiano
Galli
Galliano
Gandini
Garibaldi
Gaspari
Gastone
Gentili
Giordani
Golfarelli
Gordone
Gottardi

H

Harac
Herra
Hierschel De Minerbi
Hercolani
Honorati

I

Icheri
Ildaris
Imbonati
Infontanetta
Incontri
Interlandi
Isimbardi

J

Jacinii
Jacobelli
Janni
Jugalpretto

L

Labini
Lacaro
Lachini
Labruto
Lagni
Lalignami
Lambardi
Lambardini
Lambertelli
Lancellotti
Lanceti
Leonardi
Levanto
Lippi-Neri
Lippi di Ghino
Lipoldi
Lippi-Guardi
Liori
Locatelli
Lovati
Luciani

M

Macari-Tramarina
Machirelli
Medici
Maddalesi
Maffei
Magnani
Manardi
Mancini
Manfredini
Manovelli
Martini
Mazzei
Meli-Lupi-Tarasconi
Mondi
Montini
Morattini
Morelli
Murari Dalla Corte

N

Naccarella
Naldi
Nanni
Napoli
Nardini
Nardi da Vaglia
Negri
Negrelli
Nelli
Nobili
Notabartolo
Notolini
Novelli
O

Obeleri
Occelletti
Odaldi
Ogliati
Olivieri
Oliveri D´Acquaviva
Onesti
Ottolini

P

Pacca
Paccagnotti
Padovani
Palermo
Pallavicini
Pandoni
Pantalone
Passini
Pedrini
Passerini
Pedrelli
Perri
Piccolimini-Pieri
Pisane
Puma
Polo

Q

Quadri
Quadro
Quintana-Duegnas
R

Rabatta
Radici
Rafaelli
Ramberti
Raschieri
Recanati-Zucconi
Regin
Ricci
Ripaldi
Rivera
Rocatti
Roveretta

V

Verri

Z

Zuliani